Nos séculos XVII e XVIII com a descoberta do ouro houve grande migração de portugueses, paulistas e escravos em busca do "Eldorado", nas terras das Minas Gerais, provocando a escassez de alimentos. Como conseqüência, surgiram os Tropeiros - viajantes que faziam o transporte de alimentos e outras mercadorias vindas de outras regiões, com a ajuda de mulas.
Ao fim de cada caminhada os tropeiros acendiam uma fogueira para esquentar o feijão, que era misturado ao toucinho, farinha, pimenta do reino e carne de sol, surgindo assim o feijão tropeiro.
Ao fim de cada caminhada os tropeiros acendiam uma fogueira para esquentar o feijão, que era misturado ao toucinho, farinha, pimenta do reino e carne de sol, surgindo assim o feijão tropeiro.
Ipoema, distrito de Itabira/MG, que fica a 82 quilômetros de Belo Horizonte, foi um dos principais pontos de parada dos tropeiros que percorriam a Estrada Real.
O turista que visitar este aconchegante e hospitaleiro lugar vai encontrar manifestações que resgatam o folclore com música e dança. O local é famoso pelo delicioso pastel de angu, uma das iguarias feitas na região.
O turista que visitar este aconchegante e hospitaleiro lugar vai encontrar manifestações que resgatam o folclore com música e dança. O local é famoso pelo delicioso pastel de angu, uma das iguarias feitas na região.
Imperdível é uma visita ao Museu do Tropeiro, antiga casa paroquial, que abriga um acervo de documentos, móveis, utensílios, peças de montaria e os outros objetos. No quintal, podem ser vistas várias plantas medicinais, que eram usadas pelos tropeiros.
Utensílios usados pelos tropeiros nas caminhadas
Nossa equipe de trabalho em segurança turística, nas trilhas
da Estrada Real, em visita ao Museu do Tropeiro

AMEI DE PAIXAO. PARABENS!!!
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